Nesse bye
bye atropelado do nosso Brasil oficial cuja língua nativa tupi, ou tupinambá da
família tupi-guarani dos verdadeiros brasileiros foi ignorada preferindo-nos
roubar o idioma dos patrícios de além-mar, e nesse lugar-comum onde somos o que
somos numa terra de cultura um tanto esmaecida e dialetos
interessantíssimos diversificadamente ricos que mesmo batendo o coração dos
outros onde choram os ignorantes e desinformados parecendo-nos estar incomodados ou
infelizes. Nesse mote de insatisfação, em uma atitude pervertida, pretensiosa e
vulgar, após abrasileirarmos jeitosamente o gatunado idioma e mesmo sendo
analfabetos funcionais colossais do nosso próprio idioma,
resolvemos então trocar gradativa e acintosamente essa agora nossa linda,
rica, cruel, complexa e complicada língua 'brasileira' como se fosse a bela e
última flor do lácio transloucando-a para um idioma simplório com nossa total
ignorância da escrita, leitura e compreensão na vã ilusão de que tudo fica mais bonito na crença de uma globalização que está longe de ser autêntica.
Com dores
de cabeça e sem conseguir exterminar as saúvas e para evitar a condenação ao
fuzilamento diante desse pós-apocalipse poliglótico, estou na dúvida se vou-me
sumindo daqui buscar a cura pra essa afasia ou se zarpo pro sossego do sítio em
Curuzu pra tocar violão, sem saber tocar. Triste fim dos policarpos quaresmas.

Nenhum comentário:
Postar um comentário