terça-feira, 23 de junho de 2026

CYBER IMBECILIDADE




Um breve relato da contaminação que assola essa nova geração para tentarmos entender esse suicídio intelectual coletivo.
O ‘Efeito Flynn’ é o nome dado para o aumento constante do índice de acerto média da população mundial nos testes de QI (QI significa Quociente de Inteligência. É uma medida padronizada obtida por meio de testes criados para avaliar a capacidade cognitiva de uma pessoa (raciocínio, lógica e resolução de problemas) em comparação com a média de outras pessoas da mesma faixa etária.). O Efeito Flynn Tem esse nome em alusão ao psicólogo americano James Robert Flynn, que em 1982 o identificou e documentou, após analisar os manuais americanos para testes de QI e perceber que esses testes eram revisados a cada 25 anos ou mais. Observou-se que esse crescimento foi de aproximadamente 3 pontos por década ao longo do século XX. Isso ocorre porque os testes de inteligência são normalizados para uma pontuação de 100, o que significa que 100 é a pontuação média da população que o faz. Quando ele é revisado, ele é padronizado para uma pontuação de 100 novamente, para que o certo seja que eles estejam medindo corretamente emp novo grupo de examinados. Em outras palavras, James Flynn percebeu que se um americano médio fizesse o primeiro teste de QI ele faria 130 pontos, pontuação atribuída a pessoas geniais. Da mesma forma, se o teste atual fosse aplicado com um americano médio daquela época, sua pontuação seria de 70, literalmente um resultado esperado de deficientes intelectuais. Especialistas apontam que as novas gerações não necessariamente nascem com uma capacidade mental maior, mas sim que o ambiente se torna mais rico em estímulos. As principais causas incluem: Melhorias na educação: Maior acesso à escolaridade e anos de estudo mais longos.
Nutrição e saúde: Melhor desenvolvimento neurológico na infância graças à alimentação e vacinação.
Complexidade ambiental: Exposição a estímulos visuais, lógicos e tecnológicos mais complexos no dia a dia.
O "Efeito Flynn Reverso": Apesar da tendência de alta ao longo do século passado, dados e estudos recentes têm apontado uma desaceleração, estagnação ou até mesmo uma inversão (conhecida como Efeito Flynn Reverso) nas pontuações de QI em alguns países desenvolvidos.
Em seu livro "A Fábrica de Cretinos Digitais", o neurocientista francês Michel Desmurget alerta sobre os impactos negativos do uso recreativo de telas no desenvolvimento infantil. Baseado em dados científicos, o autor denuncia uma regressão sem precedentes no QI das novas gerações, apontando que o excesso de dispositivos prejudica a linguagem, a concentração e o aprendizado. O livro é um manifesto de saúde pública que desmistifica a ideia de que a tecnologia torna as crianças mais inteligentes. A obra foca em análises críticas e estruturadas que servem de alerta para pais e educadores. Principais Pontos Abordados: Declínio Cognitivo e Queda de QI: Pela primeira vez na história, estudos apontam que a nova geração tem um Quociente de Inteligência (QI) inferior ao de seus pais, revertendo a tendência histórica de aumento (Efeito Flynn). Impacto no Desenvolvimento: O uso excessivo compromete o desenvolvimento neural. Funções como linguagem, concentração, memória e raciocínio lógico são as mais afetadas. Carga Horária Exorbitante: O autor destaca que o tempo de exposição é astronômico. Jovens passam, em média, mais de 7 horas diárias diante de telas (smartphones, tablets, TV), o que representa uma carga horária equivalente a anos letivos inteiros perdidos. Dados gerais apontam que a população brasileira em geral gasta mais de 9 horas por dia no mundo digital, o que também reflete o comportamento dos mais jovens.
Diretrizes médicas: A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) orienta que para adolescentes (11 a 18 anos), o tempo de tela não deve passar de 3 horas por dia, sem uso durante as madrugadas. Para crianças de 6 a 10 anos, a recomendação cai para até 2 horas diárias. Problemas Associados: Além da cognição, o sedentarismo, os distúrbios do sono, a obesidade e o aumento da agressividade são consequências frequentes do vício digital. Conclusão e Repercussão: A obra causou grande impacto desde o seu lançamento devido à sua extensa bibliografia (quase 100 páginas de referências científicas). Desmurget não é contra a tecnologia em si, mas condena o seu uso recreativo e descontrolado por crianças, oferecendo um convite urgente para que as famílias repensem suas dinâmicas e o tempo de desconexão.
Diante dessa catástrofe cerebral, é óbvio que o resultado não poderia ser diferente, uma enxurrada de bobagens postada nas redes sociais, pessoas com vocabulário pobríssimo (nem precisa torcer o nariz, o superlativo do adjetivo está correto), comentários completamente fora de contexto, nenhum conhecimento de gramática, o assassinato da nossa língua a todo momento parece lugar-comum e agora risivelmente todos se acham intelectuais de plantão não bastando ser ignorante e burro, sentem necessidade de mostrar. Com isso fica cada vez mais evidente o efeito Dunning-Kruger, que é um viés cognitivo onde indivíduos com pouco conhecimento ou competência em uma área superestimam suas próprias habilidades. A principal causa é que a própria ignorância impede a pessoa de reconhecer as próprias falhas, levando a uma falsa sensação de domínio e excesso de confiança, isso induz aos comportamentos das pessoas para se prestar atenção e se preocupar, a educação é tão rara quanto a gentileza - se você acha bonito a frase ‘Gentileza gera gentileza”, então, por quê não? - Pequenos gestos que fazem toda diferença, mas não é assim, ninguém respeita mais nada, as leis, o próximo, os idosos, as pessoas com necessidades especiais. Os diálogos são cada vez mais rasos, a impaciência, a intolerância.

RETRATO DO BRASIL HOJE



População dividida, rachada, quebrada, antagonizada, inimiga, ou polarizada, como queiram.
População brigando com população defendendo a bandidagem e os pilantras.
Bandidagem e pilantras sendo processados e presos por corrupção e assaltos (ou as duas coisas) aos cofres públicos.
Bandidagem e pilantras sendo eleitos e reeleitos pela população mesmo assim .
População elegendo e reelegendo a bandidagem e os pilantras para roubar a população.
A bandidagem e os pilantras fazendo a festa com dinheiro da população.
E a população cada dia mais pobre.
População fazendo idiotices em favor dos pilantras e da bandidagem.
População fazendo protestos em favor da bandidagem e dos pilantras com as bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos (?) e de Israel (?).
População orando para pneus e evocando alienígenas em reverência à bandidagem e aos pilantras.
População dependurada em caminhão louvando a bandidagem e os pilantras.
População (homem-bomba) querendo explodir tudo pela bandidagem e os pilantras.
População sendo comandada pela bandidagem e os pilantras para destruir o país.
População (horda) de motoqueiros em procissões irresponsáveis com a bandidagem e os pilantras.
População enviando dinheiro (Pix) para a bandidagem e os pilantras.
População sem dinheiro para nada.
População sem eira, sem beira, nem tribeira.
População pagando generosos salários para os pilantras e a bandidagem passearem quando deveriam estar trabalhando para a população.
Os pilantras e a bandidagem passeando, assistindo à Copa em pleno horário de trabalho.
População trabalhando nos dias de jogos da Copa.
População (que trabalha 6x1, 7x0) apoiando a bandidagem e os pilantras (que não trabalham) na escala 6x1.
Bandidagem e pilantras rindo e zombando da cara da população. Enquanto isso a população continua defendendo a bandidagem e os pilantras.
População lambendo as botas da bandidagem e dos pilantras que lambem as botas da gringalhada.
População levando ferro da bandidagem e dos pilantras e rindo como hienas.
A população cada vez mais serviçal.
E a população cada dia mais burra.
Brasil, um país de todos, todos os pilantras e toda a bandidagem!

BRASIL É COM ‘S’






O idioma inglês é bem-vindo por aqui, consta nos currículos escolares, desde sempre usamos palavras, frases e expressões em inglês, sendo que algumas palavras já se adaptaram ao nosso vocabulário e outras até já foram ‘abrasileiradas’, o mundo todo faz isso. Faz sentido sendo o inglês uma língua universal. O problema é que de uns tempos para cá a coisa tomou proporções avassaladoras, assustadoras, estamos trocando várias palavras em quantidades industriais desnecessariamente, apenas por trocar, basta observarmos as mídias, os comerciais estão contaminadas com palavras em inglês e nos shoppings parece estarmos em um país estrangeiro e acatamos isso bovinamente, dá a impressão que estamos nutrindo um enorme ranço pelo nosso idioma e o inglês virou uma instituição nacional, mas isso já é uma grande burrice, pois a língua de uma nação é um de seus maiores tesouros e o patriota de verdade deveria defendê-lo a qualquer custo. Essa tendência está cada vez mais presente em nosso cotidiano. Na contramão dessa patifaria estamos estraçalhando a língua portuguesa. Pobre língua portuguesa! Enquanto esnobamos em um inglês sofrível e medíocre cometemos barbaridades desses naipes: menas pessoas, eu me alembro, é meio-dia e meio, há dois dias atrás, asterístico, casa germinada, passou desapercebido, fazem duas semanas, bateram o récord e mais uma enxurrada de absurdos que causam sangramentos nos ouvidos. Além da ortografia, nem será necessário citar aqui os demais erros grotescos de concordância e gramática que é alguma coisa catastrófica. Quando fazemos isso, esse estrangeirismo ridículo, acreditando que estamos levando algum tipo de vantagem, na verdade estamos colocando em risco nosso vocabulário.

Eu insisto em postar textos com esse tema devido à minha indignação e preocupação com essa atitude no mínimo estúpida. Somos brasileiros, devemos nos orgulhar em termos um idioma tão diversificado, tão rico.
Já estamos suficientemente colonizados, passou da hora de curarmos essa doença, esse complexo de vira-lata.
Vamos escrever Brasil com ‘S’.

PUSERAM ÁCIDO NO MEU LEITE

                               ******************************** crônicas  bub ônicas   napoleônicas mazelas sequelas magrelas   rimas   pr...