Seres pensantes (ou rastejantes) resolveram sair por aí pisando na grama de tudo quanto é jardim alheio como autênticos mastodontes, são políticos que não se importam se vai chover, nevar ou se tudo ruirá com um terremoto, para eles tanto faz. Temos o que conhecemos como direita, extrema-direita, ultradireita, esquerda, esquerdalha ou o centrão (que é aquela parcela que não está nem lá nem cá, são as prostitutas da política), mas é certo que os resultados serão sempre quase idênticos. Esse é o panorama atual do nosso país.
Nessa estranha e cabulosa recente história do Brasil a polarização se firmou como um elemento desfavorável já que o que menos importa são as intermináveis necessidades da população, essa que de uns tempos para cá também se engajou em uma constante agressividade entre seus concidadãos que beira a idiotice tamanha a falta de educação, respeito, preferências e individualidade. Mas é certo que no meio dessa papagaiada toda destacam-se aqueles senhores que precisarão sempre de algo mais, sua ânsia de governar ultrapassa os limites da sanidade. Estamos constatando que essa tendência pende mais precisamente com inclinações para os partidos da direita e suas variações da política, e nem sou em quem está atestando isso, é só você olhar ao redor. Por aqui não se sabe ao certo o que são essas coisas de direita, esquerda ou centrão, mas como a ignorância é uma espécie de mãe ou madrasta dos tolos, estranhamente essas pessoas se envolvem em quentíssimas discussões quase sempre infundadas sobre essas vertentes. Outrora havia os adversários políticos que após calorosos debates saiam caminhando lado a lado sem qualquer problema já que seus interesses não ultrapassavam as desesperadas corridas por poderes, sendo que hoje são odiosos inimigos com metralhadoras cuspindo fogo. Ilustrando o cenário odioso, na última troca de presidentes, em janeiro de 2023, o derrotado despeitado em uma atitude de total desrespeito se recusou a passar a faixa para seu substituto. São as amarras da nova cepa de sujeitos que perambulam pelos corredores palacianos.
Aqui, vou tratar exatamente dessa camada de pseudolíderes, um fenômeno que está acontecendo nesse momento pelo mundo afora que é a disseminação de uma espécie de comandantes conservadores com ideais nada ortodoxos e que já vêm se perpetuando há vários anos, são os imperadores desvairados.
A banda Titãs do Iê-Iê vomitou em 1986 que não gostavam do padre, da madre e do bispo, também não gostavam de Cristo e do terço e muito menos do frei, não montavam o presépio e nem achavam graça no berço de Jesus de Belém e não entravam na igreja para dizer amém. Sem saber, é claro, estavam se manifestando como porta-vozes dos senhores ultradireitistas que não gostam de nada nem de ninguém e estão normalmente posando com as ‘caras amarradas’ mais feias que o pulhento faminto e esbravejando como se fossem cães enfurecidos e babentos. Ali também pelos idos anos de 1980, que foram a terceira e última fatia da contracultura em uma explosão maravilhosa de cores com aquela cena iluminada cultural, musical e todas as artes mostrando ao mundo que novamente valia a pena viver. Só que em um paralelo nada amistoso viajava na mesma nave daquela derradeira década um malfadado buxixo assoprando pelas ventas a tal ‘Nova Ordem Mundial’. Estávamos em plena ‘Guerra Fria’ - e por aqui reinava aquela nuvem escura da ‘Ditadura Militar’ na emissão dos passaportes com carimbos só de ida para os 'indesejáveis' e amontoando nas valas as ossadas dos 'teimosos' enquanto a população embebida de mentiras cantarolava hinos com simplórios refrões das esperanças.
Levemos o foco para algumas décadas atrás e veremos que esse termo surgiu no período em que se deram os fins da primeira e a segunda Guerras Mundiais, entre 1918 e 1945, porém, com intenções e ideais bem diferentes. Políticos importantes como Woodrow Wilson (EUA) e Winston Churchill (Reino Unido) usaram o termo "nova ordem mundial" para se referir a um novo período da história caracterizado por uma drástica mudança no pensamento político mundial e o equilíbrio de poder após os estragos deixados por essas duas grandes guerras tendo como meta uma governança global. Entre outras coisas, aquelas propostas levaram à criação de organizações internacionais como a ONU (Organização das Nações Unidas, ou simplesmente Nações Unidas, é uma organização intergovernamental criada para promover a cooperação internacional. Uma substituição à ‘Liga das Nações’, a organização foi estabelecida em 24 de outubro de 1945, após o término da Segunda Guerra Mundial, com a intenção de impedir outro conflito como aquele. Na altura de sua fundação, a ONU tinha 51 Estados-membros; desde 2011, são 193. A sua sede está localizada em Manhattan, Nova Iorque (EUA), e também a OTAN (A Organização do Tratado do Atlântico Norte, frequentemente referida pela sigla em inglês NATO (de North Atlantic Treaty Organization) e por vezes também chamada de Aliança Atlântica, é uma aliança militar intergovernamental baseada no ‘Tratado do Atlântico Norte’, assinado em 4 de abril de 1949, que constitui um sistema de defesa coletiva através do qual os seus Estados-membros concordam com a defesa mútua em resposta a um ataque por qualquer entidade externa à organização. A sede da OTAN localiza-se na região de Bruxelas na Bélgica), no que muitas nações à época torceram os narizes, mas que estamos vendo que são de suma importância nas muitas aberrações que estamos assistindo.
Voltando aqui para o nosso contemporâneo e mirando por uma ótica diferente vemos que em outras óticas essa teoria nada mais é que uma conspiração de que, supostamente, as elites políticas e os governantes planejam a implantação de um governo totalitário mundial com uma propaganda abrangente sobre essa nova proposta totalmente distorcida da original. Para efeito de curiosidade, no verso da nota de um dólar americano está estampado o selo com a frase "Novus Ordo Seclorum" (é uma frase em latim que significa "nova ordem das eras" ou "nova ordem dos séculos". É um dos lemas do Grande Selo dos Estados Unidos e aparece na nota de um dólar. A frase foi inspirada em um poema do poeta romano Virgílio e sugere o início de uma nova era, marcada por mudanças e progresso. Em algumas interpretações, principalmente em teorias da conspiração, a frase é associada à ideia de uma "Nova Ordem Mundial", o que não é o significado original e nem o mais comum), mas, é claro que temos aí uma nítida alusão à Nova Ordem Mundial. Quem leu o cacotópico '1984' (Nineteen Eighty-Four, de 1949) do escritor britânico George Orwell vai perceber de uma maneira mais coesa o que isso significa e o que poderá ocasionar. Mas como já é sabido que tem uma turba espalhada pelo mundo que nem sabe que livro é esse e muitos jamais abriu um livro sequer e que sacariam uma arma caso você mostrasse um livro a eles, a desinformação plantou morada nas mentes sebentas e mofadas desses seres como uma chaga em evolução.
Com o fim da Guerra Fria, em dezembro de 1991, houve um processo de rearranjo geopolítico internacional quando se deu fim à bipolaridade centralizada entre apenas duas potências, Estados Unidos e União Soviética, nações soberanas nas esferas políticas e econômicas mundiais naquele momento da história e com a dissolução da União Soviética e o aparecimento de novos centros econômicos como China, Japão e países da União Europeia. Novamente veio à tona a sensação de conturbação, incertezas e medos, e foi assim que o termo que conhecemos naqueles tempos como ‘Nova Ordem Mundial’ com características da multipolaridade voltou para as notícias. Antes de 1990, os EUA tinham a supremacia com relação a essa teoria conspiratória comandada pela direita militante da época e parte dos fundamentalistas cristãos, esses acreditavam na aparição do anticristo trazendo junto dele o fim dos tempos, muito em voga então. O cenário era tão horripilante que muitos populares estavam abraçando a causa sem ao menos saber o teor da coisa, houve uma histeria em massa com receio de que haveria um cenário apocalíptico, claro reflexo dos efeitos devastadores da alienação política generalizada desastrosa dos EUA beirando ao terrorismo doméstico.
Voltemos à contemporaneidade. Hoje temos uma imensa gama de recursos tecnológicos para facilitar ainda mais essa conspiração, e, pior, com o avanço acelerado da Inteligência Artificial (IA) que deveria direcionar para o bem da humanidade, mas sabemos que tudo nessa vida poderá ser utilizado como queiram alguns, para o bem ou para o mal, estaremos, no entanto, à beira de um colapso mundial, sem dúvida.
A história é feita por acontecimentos, as invenções, descobertas e de desgraças e tragédias, tais como maremotos, terremotos, tsunamis, tempestades e as doenças, como as endemias, pandemias e as pestes. No contexto dessas épocas e junto delas apareceram alguns líderes de nações completamente loucos, o alemão (nascido na Áustria) Adolf Hitler e o italiano Benito Mussolini só pra ficar com os dois mais emblemáticos, e em nossa era contemporânea a coisa não é diferente, espalhados mundo afora estão tocando terror nos quatro cantos, pela Europa estão os protagonistas o senhor (сэр) Vladimir Putin, da Rússia, que tem o Kremlin como se fosse sua casa e que se perpetua no poder há 24 anos, está agora mais poderoso do que nunca, abocanhou 87,7% dos votos e arrumou um jeito, alterando a Constituição local, de ficar até 2036 no poder. Ao discursar, ele prometeu fortalecer as forças armadas da Rússia e priorizar o que chamou de “operação militar especial” na Ucrânia que junto ao senhor Volodymyr Zelensky (que é também ator) astros principais da absurda guerra entre Rússia e Ucrânia que começou em fevereiro de 2022 e se estende até hoje (estamos em julho de 2025), e o outro eterno senhor Benjamin Netanyahu, atualmente primeiro-ministro de Israel protagonista do conflito com o Irã. Donald Trump anunciou em 23/06/2025 um acordo de cessar-fogo entre Israel e Irã. Tanto o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, quanto o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se disseram vencedores do conflito.
Acompanhamos essa nossa nova era que a coisa é um pouco mais azeda, estamos assistindo incrédulos a rápida ascensão de líderes dessa envergadura política em vários países pelo mundo, aqui mesmo nas nossas vizinhanças temos o senhor Javier Milei (até então o presidente mais votado da história da Argentina), político de extrema-direita e ultraconservador, que na sua visão se considera como ‘minarquista’ (no contexto político e filosófico, refere-se a alguém que defende um Estado mínimo, com funções restritas principalmente à proteção da vida, liberdade e propriedade através da aplicação da lei e da justiça. O minarquismo é uma corrente dentro do libertarianismo que busca um governo limitado, mas não a sua completa abolição, como defendem os anarquistas) ou ‘libertário liberal’ e tem como filosofia política o ‘anarcocapitalismo’ (conhecido como ‘anarquismo de livre mercado’ ou ‘anarquismo de propriedade privada’), em seu discurso da vitória berrava ‘Make America Great Again’ (em português: Torne a América Grande Novamente), conhecido também como MAGA, plagiando descaradamente seu comparsa americano que por sua vez já havia plagiado um outro presidente americano (Ronald Reagan na eleição presidencial de 1980) na versão dos Albicelestes ‘Tornar a Argentina Grande Novamente’. O presidente argentino se escorou na aprovação popular de 55% dos eleitores para levar adiante seu programa de choque e ordem na Casa Rosada (sede do governo argentino) e acredita ser um super-herói da salvação, tirou das mangas uma tal Lei 'Ómnibus' (Na Argentina, uma "lei ônibus" (ou "lei omnibus") é um projeto de lei que inclui um grande número de temas e reformas diversas, como um ônibus que carrega muitos passageiros com diferentes destinos. O termo vem do latim "omnibus", que significa "para todos". Essas leis são frequentemente utilizadas para aprovar reformas profundas e abrangentes, agrupando vários assuntos em um único projeto para facilitar a tramitação no Congresso). Com 664 artigos, essa tal lei prevê superpoderes para ele até o fim de seu mandato. No aspecto da segurança, por exemplo, o texto pune com prisão de até seis anos quem organizar passeatas e impõe autorização prévia para os protestos. Por aqui, como já era esperado, sua eleição foi avidamente comemorada pelo senhor inelegível que agora estampa as principais páginas policiais e enfrenta vários processos. Em sua escatológica passagem pelo executivo tentou implantar tal sistema, mas falhou feio, talvez por causa de seu déficit cognitivo e da pouca capacidade intelectual que é um tanto cara para ele e seus asseclas que nem ligam para tais sordidezes que aparecem a toda hora e comemoraram juntos tal vitória. Vê-se que não sai das evidências juntamente com seus fiéis súditos a organizar encontros dominicais capitais afora com seus discursos repetitivos e enfadonhos. Nos EUA, que são o espelho dessa nova ordem para o restante do mundo, o senhor Donald Trump, que posou de ‘bom moço’ e agora mostra as garras coleciona 4 processos criminais com 91 acusações (incluindo aí caso com atriz pornô, fraudes financeiras, conspirações e chefiar organização criminosa para fraudar resultados de eleição), mas esses processos não o impediram de assumir a Casa Branca neste ano, apenas se fosse confirmada crime de insurreição - é a cláusula da Constituição dos EUA: Seção 3 da 14ª Emenda, que proíbe aqueles que "se envolveram em insurreição ou rebelião" contra o poder constituído de ocupar cargos federais -, que se refere ao ataque ao Capitólio (Centro Legislativo) em 06 de janeiro de 2021, mas como é de praxe, também não está nem aí para o caos e segue imitado por seus eleitores que estão se lixando para a enxurrada de processos que brotam a todo momento. Por aqui, alguns dos nossos políticos, incluindo o forasteiro Tarcísio de Freitas, se mostram extasiados com a eleição do americano com postagens ridículas nas redes sociais, “Grande dia”, disse Tarcísio colocando o famigerado boné vermelho com a estampa do MAGA. Agora o topetudo está se intrometendo querendo controlar nosso país de vez por todas, anda taxando nossos produtos em 50% e de tudo quanto é país em represália não se sabe bem de quê. Andam dizendo que os membros do Clã da imbecilidade estão por trás dessa medida catastrófica para o Brasil, aquela mesma corja que posa de patriota. O descerebrado filho 03 do acéfalo Bozo, Deputado Federal por São Paulo (está licenciado: em março de 2025, Eduardo anunciou num vídeo nas suas redes sociais que tirou licença do cargo de deputado federal para morar nos Estados Unidos. Segundo ele, tomou essa decisão devido às "perseguições políticas" que ele e o seu pai, Jair Bolsonaro, estariam enfrentando no Brasil) aproveita as férias para conspirar contra o Brasil lá na terra do Tio Sam, dia desses postou uma fala aconselhando os brasileiros a investirem nos EUA, algo parecido com a outra frase da nota de 1 dólar americano Annuit coeptis (“Favoreça nossas empresas”). Tivemos também na Holanda a vitória do senhor Geert Wilders, do partido PVV, ‘Partido pela Liberdade’ de extrema-direita que se declara anti-islã (os grafites atestam em Apeldoorn, Holanda: ‘Mohammed Not Welcome’) e anti-União Europeia, abandonando o euro e criando o Nexit, versão local do Brixit (A sigla Brexit é uma junção de “Britain” e “exit” – que em português significa saída do Reino Unido da União Europeia, bloco no qual o país está presente desde 1973. Desse modo, consiste basicamente no desmembramento, por parte do Reino Unido, do bloco da União Europeia. A questão foi decidida por referendo, com a participação de mais de 30 milhões de pessoas), o líder já prometeu tornar a vida dos imigrantes em um inferno, “os holandeses esperam recuperar seu país e garantir que o tsunami de asilo e imigração se reduza”, esbravejou Wilders, algo semelhante cuspiu a prefeita de uma cidade do Sul do Brasil com relação aos migrantes nordestinos dia desses. Tais exemplos de populismo barato estão se multiplicando pelo globo, desde a Segunda Guerra na Itália não aparecia no poder um partido neofascista, agora o ‘Irmãos da Itália - Aliança Nacional’ (Fratelli d’Italia - Alleanza Nazionale, FdI-NA), partido de ideologia nacionalista conservadora, de Giorgia Meloni apareceu em 2022 com força total, desde então ocupa o cargo de Presidente do Conselho de Ministros da Itália. Na França, que é a segunda maior economia do bloco europeu, em forte escalada está Marine Le Pen (membro do partido Rassemblement National (em português: "Reagrupamento Nacional", ou "Reunião Nacional"), até 1º de junho de 2018, quando foi denominado Front National (em português: "Frente Nacional"), é um partido político francês de extrema-direita e de caráter protecionista, conservador e nacionalista) que perdeu a eleição para Emmanuel Macron em 2024, mas não tem nenhum sucessor a vista. Na Hungria, Viktor Orbán (primeiro-ministro da Hungria desde 2010, anteriormente tendo ocupado o cargo de 1998 a 2002. Preside o partido nacional-conservador Fidesz, desde 1993, com uma breve pausa entre 2000 e 2003. Sob sua liderança, o governo húngaro mudou para o que Orbán chama "democracia iliberal" (ele cita China, Rússia, Índia, Singapura e Turquia como modelos de governança) e passou a promover o antiamericanismo, o euroceticismo e a oposição à democracia ocidental. Mantém uma relação amistosa com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e com o presidente dos EUA, Donald Trump), o mais expressivo e estridente representante da extrema-direita da Europa já está em seu quarto mandato consecutivo e na Alemanha a legenda de ultradireita ‘Alternativa para a Alemanha’ (Alternative für Deutschland, AfD - Desde 2015, a AfD tem estado cada vez mais aberta para trabalhar com grupos extremistas de extrema-direita, como PEGIDA (sigla para Patriotas Europeus Contra a Islamização do Ocidente (em alemão: Patriotische Europäer gegen die Islamisierung des Abendlandes), é um movimento de extrema-direita alemão que se opõe à imigração muçulmana na Alemanha. O movimento surgiu em Dresden em 2014 e organiza manifestações públicas contra o governo alemão e o que considera ser a islamização do Ocidente). Facções internas da AfD têm tendências racistas, islamofóbicas, antissemitas e xenófobas ligadas a movimentos de extrema-direita, como o neonazismo e o movimento identitário. Desde 2015, o AfD moveu-se ainda mais para a direita. O partido agora se assemelha a outros partidos populistas de direita radicais na Europa, mas é um tanto incomum porque mantém laços visíveis com grupos ainda mais extremistas) também está em crescimento se colocando em segundo lugar na preferência nacional. Na Espanha que era quase uma exceção, a ‘Exceção Espanhola’, na Europa, já está mudando a paisagem, a legenda extremista VOX, um partido político conservador de extrema-direita liderado por Santiago Abascal, fundado em dezembro de 2013. O partido define-se de direita, sendo descrito como um partido populista de extrema-direita por acadêmicos e permanece como força decisiva nas pautas do país, assim como na Polônia a legenda do presidente Andrzej Duda foi a mais votada na última eleição, em outubro de 2020, está em seu quinto mandato. Em Portugal, o partido Chega (sigla CH), partido político de ideologia populista, de direita radical, nacionalista, conservador, sendo o seu espectro político definido como sendo de direita a extrema-direita, ficou em terceiro lugar e que promete combater a corrupção e usa o slogan "Portugal precisa de uma limpeza". Na Suécia e Finlândia não foi diferente com os partidos de extrema-direita em constante crescimento. Estamos assistindo essa hecatombe inacreditável.
Essa turma, juntamente com seus seguidores fanáticos, não suportam a derrota, quando isso acontece ateiam fogo em tudo, destroem parlamentos e invadem todo tipo de repartição pública, ou seja, a democracia parece não fazer parte de seu dicionário. Esses estadistas 'diferenciados' parecem pertencer a uma irmandade secreta, uma espécie de versão fictícia da ‘Iluminati’ onde a presença do ‘homem branco’ é unanimidade. Como quase nada ou nada lhes agrada é patente que não estão nem um pouco satisfeitos com o que temos, eles podem estar almejando ou planejando a criação de uma espécie humana diferente dessa que está vagando por aí que obviamente não é de seu contento (qualquer semelhança com o austríaco monocromático de feições engraçadas e assustadoras que hoje sorri no inferno não é mera coincidência). Comandados por modernistas reacionários em um movimento transumanista, a tal da "casta dominante pós-humana" será tão significativa que os seres humanos ‘normais’ não conseguirão entender e muito menos acompanhar tais mudanças no mundo ao seu redor, algo como o ‘Brave New World’ baseado no livro distópico de Aldous Huxley, ‘Admirável Mundo Novo’, de 1932 e muito semelhante ao que presenciamos na década de 1980.
Toda essa desordem que contamina o mundo hoje é muito perigosa, o ser-humano já provou que é facilmente controlável e condicionável. O mundo já viu esse filme de horror e não achou nenhuma graça, as cicatrizes estão expostas até hoje e assim permanecerão para toda a eternidade. Dependendo da gravidade e até onde esses monstros pretendem chegar, que parece não haver limites, podemos estar presenciando o que eles sempre almejaram, ou seja, a extinção sumariamente desfigurada da raça humana do planeta Terra.




