Excertos do "Tour 2019-2022"
Um milagre, conseguimos chegar até aqui sem destruir tudo, estamos no século XXI, no ano de 2019, no ano de 2020, no ano de 2021, no ano de 2022, e assim as alas se abriram aos retardados, eles são muitos, como zumbis famintos andam em bandos e estão por aí. Proteja-se! Esconda-se! Cuidado!!!!!
Eles esperam pelo novo normal! Que novo normal? Que novo? Que normal? Quem é normal? De perto ninguém é. De longe também não.
Ontem, hoje, agora há pouco, agora mesmo, amanhã e sempre. Tudo igual e na mesma. É o mesmo, o igualmente igual. É o velho novo de novo outra vez.
Voto impresso desviando o foco? Conectem as válvulas! Girem as manivelas! O escape. É o medo e o retrocesso. É o tiro no pé, é o pé na jaca e o tiro no ouvido. É o tiro na cabeça. É o cérebro desfacelando-se. A explosão dos miolos. Ou a prova contra si mesmo? "Nemo tenetur se detegere". Né mesmo, seu Mané?
A conveniência? Os arranjos. A estratégia. Militares de meia-tijela. Meia-volta, volver!
Plano de governo? Que plano? De pauta única? É a reeleição a qualquer preço, a qualquer custo, a qualquer poço e a qualquer troço. É o destroço.
Governar para quê, para quem? Trabalhar jamais. Labor é o horror? Tripalium é a tortura? Então, livrai-os. Deixem-nos passear nas domingueiras. Vagabundear de motor ou de camelo? Tanto fez, tanto faz! Assim foi para todo passado, para o futuro que não virá e para todo o sempre. Amén!
Berrando decretos sem nexo: E as bravatas? As asnices? Os urros dos insensatos? Passa na pauta, passa boi, passa boiada. Deixem-nos ir, pois niguém entendeu nada mesmo.
Passando ‘branquinho’ na Constituição? São as emendas e os remendos. Cola com durex. A Carta Magna como livro descartável. É só um livrinho. O almanaque. É o cordel. E por lá? É o Pulp fiction. É o que importa pra eles: os 'de lá de cima'. É a corte do Tio Sam ditando as regras por aqui. E os patetas nas sombras. É a conspiração da malandragem.
O ataque corriqueiro às instituições? É a extrema, é o centrão, é o fundão e o abismo. É o fim do fim sem fim? E assim, acabou enfim ficando assim sim!
E a estupidez? Por aqui é só um lugar-comum. Repousa feliz!
Então aquilo deu nisso? – Pois é, a bizarrice panorâmica que agora ficou desse jeito:
Gasolina 6, 7, 8, 9, ou sei lá quanto. Teve 10 (se nega ou já se esqueceu). A amnésia da beocidade. Reajustes como um dia após outro dia. De manhã e também à tarde. Eram 4, foi pros 10 e agora está nos 6 e amanhã só Deus sabe (ou não!). Deus deve ter se esquecido daqui. Passou batido. Todo mundo feliz na matemática invertida e inexata. É a burrice nos cadernos inúteis? Andar a pé então ‘nóis vai’.
Gás de cozinha cento e tantos? Já cozinhar na lata. Quando houver o quê. Não há. É o que consta.
Dólar 6 reais? Nossa moeda oficial? Dolarizamos o país? Bom pra quem?
Tem gente festando nos paraísos com os Offshores de além-mar. Passou por aqui, deixou estragos. Legado lambusado de estrume. Foi o Chicago-Boy que se autoproclamou 'gênio'. Muitos não entenderam, alguns acreditaram, ourtos ignoraram e, tirando a turma do funil, quase ninguém se lembra. Os resquícios estão nos mares daqui que tem ‘gentes’ morrendo nos infernos. É o inferno. É o quinto dos infernos.
Energia elétrica dando choques? Apaguemos as luzes. Já assim estão. É a escuridão d'alma. Acendamos as velas então. Como as Marianas das Minas do Drummond, velas não há mais. Nem Vales. Muito menos Doces Rios. E agora, José? E agora, Maria? E agora, João?
Inflação galopante? Preços de ontem, hoje não mais, amanhã nem se fala. Se engole, se mata, se vive às duras penas. Que pena dessa gente tão modesta! Não é 'hoje o dia da alegria’, nem nunca será!
Reeleição? Rimando com estagnação que rima com recessão, que rima com remissão, que expõe a podridão. Ah, não! Chora não, mermão, lembra que você soltou rojão?
Desempregos? “Não há vagas”! Quando houve?
Deseducações? A gente ‘somos’ inútil!
Inseguranças? Cadê o ‘seu guarda’? Ou ‘corre que lá vem os hôme’!
As Leis? Ignoradas, apenas e meramente ilustrativas. Parece legal burlá-las.
Saneamentos? A céu aberto. Lava roupa todo dia na sarjeta, na lagoa, na poça d'água. É a lama nas torneiras. A Nação dos Zumbis cantou: é a lama, é o caos, é a lama e é a lama! As doenças, as endemias, as pandemias, as mortes, o desrespeito, a chacota, o desenredo, o desalento, o desespero. Não há rimas. Mas, no resumo, as indiferenças. 'Eles' só olham por cima, lá dos céus, sob as núvens.
Incêndios? Somos os pirotécnicos malucos. Queimamos tudo! E daí!? Temos o alvará das Cortes.
Desmatamentos? Paisagens só nas fotos, nas revistas e nos filmes. São os filmes-catástrofes. Em 3D parece real.
E as mentiras mundo afora? Ninguém acredita mais. São os protocolos da insensatez. Só que sobrou o rastro e o ranço. Difícil digerir, impossível consertar.
Devastações? Se esconde que o rolo compressor vem aí meu povo!
Sujeiras? Pra todo lado, por todo canto, de todas as formas e cores. É o retrato da nação. Desfocado e embaçado está. Perguntaram: 'Que país é esse?' Sei não! Sabe, você?
Pobreza infinita? Cadê nossos impostos? O gato comeu! Não foram os ratos? Foram os ratos? Ratazanas famintas? Esqueçam os roedores, a Peste Negra não foi culpa dos ratos, mas sim dos humanos. São os ratos-homens. Homens-ratos. Como os roedores, impossível exterminar.
E as violências, as violações e os violentados? Socorram-nos. Não dá, estão ao deus-dará! E se Deus não dá? Como é que vai ficar?
População com armas em punho? Armadas até os dentes? São os Rambos alucinados. Os enviados do Messias. Os aviltados do messias. Rá-tá-tá-ta!
Pobres de mãos dadas com o mal, com seu algoz? É a idiotice e a ingenuidade. A burrice estampada na cara dos iludidos.
E essas promessas como palavras ao vento? ...e o vento levou!
Orçamentos paralelos?: Caixa 2, caixa 3, caixa 4, caixas...
São os orçamentos secretos. Secretos para quem? Documentos secretos! Estão escondendo o quê, para quê e de quem?
Salários dúplex? Na surdina? Legal e ético? Parabéns aos ‘salvadores da pátria’!
Membros e equipes? Sazonais e obscenos, entrando, saindo, entrando, saindo...
600 e tantos mil mortos? Beirando 700 e mais? É a tragédia anunciada, subestimada e subnotificada. Morre-se, é assim mesmo! Disse ‘ele’ no escárnio de encontro às dores. A dor será eterna. O sarcasmo, o desdém e a ironia, não.
500 e tantos de Brasília? Cogitou-se aumentar. A balbúrdia? Aqui está! A idiotia. O cercadinho. O chiqueiro. Pessoas estranhas. Quase alienígenas. Tenta olhar e não rir.
Que patifaria! Cada hora uma, duas, três, quatro...
Famiglia? São os protagonistas? Capo di tutti i capi tupiniquim? É a blindagem miliciana: Zero 1, zero 2, zero 3, zero 4, zero à esquerda, zeros. Os inúteis corroendo o erário. É o horror!
Cadê os canalhas de plantão? São as escapadas pra outros países. Nas Embaixadas. Lambeção de botas oficiais. Bandidos remunerados. As 'mesadas' do papai. Conspirando contra você (pobre diabo) que está pagando a conta. - 'Bora enviar um pix?' Burrice tem limite? Será!? Não é o que parece.
São os estelionatários reais da União? Com passaporte e cartões corporativos recheados. É a festa com champanhe, lagosta e salmão? É brioche na padaria do seu Joaquim a preço de caviar? Que eu pago, tu pagas, ele paga, nós pagamos, vós pagais. E eles não pagam.
Desinformação? Imbecis evocando passados nebulosos sessentistas. A tortura como ilustração. O torturador virando herói de trovador do caos e herói palerma. Aos ignorantes, o recado: há os livros, abram-nos. Não dá, impossível, estão mofados.
Outrora tivemos os ‘Caras-pintadas’. Era o povo te representando. Lavando a alma.
E hoje temos as ‘caras untadas’? Os caras-de-pau? Sim, são os vigaristas te subestimando. É sério isso? É sim, são as orgias palacianas.
Provocações a todo mundo, ao mundo todo? Tchau, Brasil! Bye, bye, Brasil! Bié bié brazil!
Párias em muitos cantos? Personae non gratae. Se é assim, sumam-se! Bye, bye!!
Cadeados nas fronteiras? Pode entrar aqui não! O último não apague a luz. Deixe a luz acesa. Mas não deixe as portas abertas! Fechem as portas!
Por aqui, porteiras escancaradas? Passa tudo quanto é calhorda! É a casa-da-mãe-joana. É a 'Casa da Dinda'. É o prostíbulo chique. Que afronta! Que tristeza!
Discursos falaciosos? Acredite se quiser, quem quiser, no que quiser e em quem quiser.
Palavrões em qualquer canto? É o discurso do estadista fajuto. O país virando piada, parecendo um bordel.
Sarcasmos e absurdos? Mais discurso do estadista enganador? Têm quem acredite. É o semeador de tempestade.
Comandante-mor? Escolhido pelas redes sociais? E assim ficou. O Brasil é só um sonho. A utopia da insensatez. Utopia gera distopia. Um pesadelo. Um descaminho. Quem mandou fazer isso? Feito está! Como praga, nunca sairá.
A má-educação? Gente cagando pela boca. É a fossa oficial e o esgoto popular.
Então é a anabolização da massa descerebrada? É sim senhor!
Amnésias irônicas, icônicas? - “Oi, como assim, não entendi? Está falando comigo? Não fui eu, nem estava aqui! Já estava assim quando cheguei! Estou saindo! Já fui...!” ‘Ademã, que eu vou em frente’ do Ibrahim que já se foi...
Deboches? É o escárnio. Nada pode ser levado tão a sério.
Descumprimentos? A responsabilidade na lata do lixo. Eles nem ligam. Nunca se importaram. Não será agora, dessa vez.
Passeatas insanas? Pobres se achando ricos. Nem sabem por que estão ali. Pedem que o ‘Brasil acorde’. Primeiro vocês!
Carreatas ostentadas e ridículas? Urros e berros ininteligíveis? É de morrer de rir.
Motociatas insalubres e infames? São os fora-da-lei. É a provocação por provocar. Não há lógica nem sentido. Tem muito mais por vir. Basta que você queira.
Tanqueciatas das sucatas pra virar chacotas mundo afora? Terceironundismo como piada no exterior.
São as micaretas do golpe? Apenas a tentativa na imitação dos senhores das guerras. Faltou inteligência. Não faltou não, nunca houve, sequer.
Decoro? Rasgado, quebrado, estraçalhado! E fica por isso mesmo. São os comparsas aliados nas Cortes. Não te culpo e o senhor não me condena. É o novo Brasil? Pátria amada Brasil!
Pandemia como piada pronta? Máscaras de proteção facial no queixo, no pescoço, nas mãos, nos bolsos, nas gavetas, em casa ou em lugar nenhum? São os conselhos do Grão-duque insensível das milícias. Vai negar? Já negou. É o negacionista do inferno.
É o vírus ou a caxumba? Então vai ‘descer’.
Aglomerações? Se esfriou, então piorou. Ninguém se importa.
Remédios sem efeito como ‘bandeiras’? É o placebo dos invisíveis. Mesmos remédios ora nocivos, ora letais. Os paliativos da escuridão. Com alteração das bulas? Ops! Ai não, Bastião!
Remédios de verdade caros e subindo... subindo... subindo...? Nada de novo no front!
Velhinhos e moribundos sucumbindo a eles ou com a falta deles? Pra ‘eles’, tanto faz!
CPI em meio e no meio à pandemia? Precisa ou não precisa? Está tudo aí, ou não? A autópsia dos desvalidos. O escarro das mentiras. O palco das aberrações e das alucinações. Esquece-se rapidamente, sempre foi assim. CPI? Quando? Onde?
Pandemia: pretos, pobres e indígenas primeiros da fila? Claro que sim!
Vacinas: pretos e pobres últimos da fila? E os indígenas? Claro que sim!
É o Eugênio, a Eugênia e a eugenia?
Vacinas nos cardápios? É a inteligência falando mais baixo. A imbecilidade soberana: – Sommeliers da ignorância: 'seu garçon, essa aqui não, aquela ali, por favor!’!
Mentecaptos cibernéticos digitais? A vacina já vem com chip como brinde pro seu cérebro. É a metamorfose ambulante. A cura da imbecilidade. Ou a catarze mental invertida!
Vacinas soropositivando gente? É a conclamação do fim do mundo. São os médicos sem fronteira e sem cérebros. Acha que acabou? Claro que não!
‘Intelectuals' proclamando um tal mito? A sapiência colocada à prova. Não há surpresas, apenas as confirmações.
Gente-gado? A nova linhagem? Admirável mundo novo? Tempos modernos? Idiocracia? Assim caminha a humanidade!
2019-2020-2021-2022 ou 1984? Brasília ou Metrópolis? É o Planalto ou a Bruzundanga? É a banana ou o abacaxi? O leite ou o ácido?
É a ‘nova ordem’ por aqui? É o joio e é o trigo? A água e o óleo? A razão e o delírio? É o ser e o nada?
O que é tudo isso? Que panorama horrível. Democracia insólita. O servilismo.
Quem são vocês? Estão rindo de quê? Estão torcendo para quem? Estão indo para onde?
A metade alienada assim ficou, assim está. Paralelamente!
2026, a contemporaneidade! A conta chegou? Sim, com juros e correção monetária.
E a casa caiu? Ainda não, mas vai cair!
E o tal “novo normal”? É a Conceição, ninguém sabe, ninguém viu! Ou será que foi pra puta que o pariu?
Vai fechar com chave de ouro? Que Deus tenha piedade de nós, então. Que Ele nos acuda.
Vamos lá:
Medalhinhas para o 'presidente';
Parabenizações aos ignorantes;
Confraternizações aos inconsequentes;
Investigações aos reticentes;
Pulverização aos incompetentes;
Louvação aos santificantes;
Imunizações aos malfeitores;
Indignação aos mitológicos;
Inquisição aos baderneiros;
Congratulações aos ruminantes;
E nota 10? Não! Nota ZERO para a torcida adversária!!!
E?

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