PANDEMIA (do
grego πανδήμιος ”de todo o povo”) é uma epidemia de
doença infecciosa que se espalha entre a população localizada numa
grande região geográfica como, por exemplo, um continente, ou mesmo todo o
planeta Terra.
A
incrível necessidade quase fisiológica de ir às compras, às praias,
aos bares, aos supermercados, aos eventos esportivos, aos salões de
beleza, às barbearias, às academias de ginástica, festas, shows, rodeios, e agora
todo mundo resolveu pedalar e fazer caminhadas, é a nova geração
saúde. Alô, alô Brasil! Ainda estamos no meio e em meio a uma PANDEMIA,
P-A-N-D-E-M-I-A (o significado está aí em cima), uma TERRÍVEL E
MORTAL PANDEMIA, não sei se a mais avassaladora, mas com certeza a mais
ignorada, e caso não tenham notado está em uma alarmante ascensão no mundo
todo, alguns países já contam com as chamadas ondas que vêm e vão e por
aqui a coisa alcançou proporções inacreditáveis, sendo que já apareceu por
aqui várias vezes e não foi bonito, talvez algumas pessoas, incluem-se
aí os administradores públicos responsáveis, não se deram conta da
gravidade dessa doença, clamam-se desesperadamente por abertura de comércios
classificando botecos de esquina como ‘serviços essenciais’, pelas ruas,
comércios, bares, praias e rodovias entupidas de automóveis, eventos festivos
acontecendo aos montes país afora, muitas pessoas se aglomerando na ignorância
fatídica e mortal atropelando e desrespeitando todas as recomendações das
autoridades sanitárias e científicas, inclusive a OMS (Organização Mundial da
Saúde), e os responsáveis pelos municípios em uma inusitada e burra escala de
funcionamento dos estabelecimentos apresentando decretos próprios, contrariando
as autoridades mais sensatas com abertura gradual e recomendações de distanciamento
seguro e atitudes de higiene, mas é claro e óbvio que o tal ser
humano não irá respeitar nada disso, nunca respeitou. Seguramente estamos
provando nossa ineficácia nas mais diversas áreas e deixando claro que
continuaremos por séculos ainda no patamar de animais racionais e burros. Os
administradores numa mistura de incapacidade gerencial e descompromisso, pedem
para a população não sair de casa, exceto se necessário e quando sair usar as
máscaras de proteção facial e ao mesmo tempo autorizam a reabertura dos
estabelecimentos gerando assim uma desesperada corrida pelas ruas, o ser humano
declara suas limitações cognitivas, entende que se ‘reabriu’ ele pode
seguramente se expor, parece não raciocinar, quem fala mais alto são suas
esganações e nunca seu cérebro. Para piorar a situação, em nosso país,
o órgão que deveria administrar e esclarecer para a população essa e
demais questões referentes à saúde pública praticamente não existe e
nem preciso mencionar a inércia, o despropósito e a falta de sensibilidade de
quem representa a nação, a desorganização é absurdamente declarada,
protocolos de aprovação de vacinas comprovadamente sérias sendo ignorados por
conta de uma politização ridícula e irresponsável. As economias brasileira e
mundial, sem nenhuma dúvida, entrarão em colapso (já estão), então, quem
tiver um mínimo de sensatez que siga as recomendações dos profissionais e
instituições sérias, vamos preservar as VIDAS, pois estas não poderão ser
recuperadas, a economia, sim.
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