segunda-feira, 27 de julho de 2026

SE A LIÇÃO É DE ESCULACHO, SAI DE BAIXO QUE SOMOS PROFESSORES



Aquela coisa de ‘Gentileza gera gentileza’ é pura balela, não passa de uma frase de efeito bonitinha, poderia fazer algum sentido, seria bastante simples se houvesse essa generozidade, respeito, mas as gentilezas estão em desuso há tempos. Somos individualistas, solitários e egoístas. Não nos importamos se um simples gesto muda tudo, isso é improvável, é coisa de 'gente fraca', ninguém liga se você é idoso, gestante, tem limitaições ou apenas precisa de ajuda. 

Nossas cidades estão desestruturadas em todas as áreas, na contramão dos muitos impostos,  os estacionamentos nas vias públicas, por exemplo, para essas pessoas com necessidades especiais são poucos, distantes dos destinos, com tempo de permanência curto e raramente estão livres. As vias das cidades parecem um campo minado com crateras por toda parte destruindo seu carro.

A administração pública está se lixando para seus cidadãos, só precisam mesmo de seus votos, e estou falando de uma maneira geral, os cidadãos, em sua ingenuidade catalizada, ainda acreditam que esse ou aquele político se importa com eles. Mas o privilégio das beocidades  não fica apenas com eles, os cidadãos e as cidadãs parecem não precisarem de ninguém, eles se bastam, não respeitam nada nem ninguém, parecem viver em um mundo exclusivo, sem regras nem leis.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

PALAVRAS, PALAVRAS

Não sou um maldito misantropo, mas, convenhamos, nosso amado Brasil está cada dia mais idiota. Gente burra se achando esperta demais. Para ser mais emblemático, claro, excetuando-se as raríssimas postagens que valem a pena, vou me ater às redes sociais cujo papel é, ou deveria ser, bem diferente disso que estamos assistindo, um amontoado de lixo, um fétido esgoto a céu aberto. As pessoas estão se manifestando da forma mais cretina possível, postagens repetitivas, ofensas descabidas e desnecessárias, discursos rasos e vazios, ausência total de bom senso, frases medonhas, palavreado chulo. Pessoas debatendo e brigando com pessoas que estão no mesmo barco (furado e à deriva) quando a inteligência diz que deveriam estar unidas por um bem comum e isso é o pior cenário que espelha um futuro um pouco melhor para um país. São politicamente analfabetos e marrentos de nascimento, acreditam estar levando qualquer vantagem, ou vantagem em tudo, mas, na verdade, estão atirando no próprio pé, na própria cabeça. São indivíduos de várias gerações (de A à Z), das mais diversificadas tradições, etnias e culturas. 

terça-feira, 23 de junho de 2026

CYBER IMBECILIDADE




Um breve relato da contaminação que assola essa nova geração para tentarmos entender esse suicídio intelectual coletivo.
O ‘Efeito Flynn’ é o nome dado para o aumento constante do índice de acerto média da população mundial nos testes de QI (QI significa Quociente de Inteligência. É uma medida padronizada obtida por meio de testes criados para avaliar a capacidade cognitiva de uma pessoa (raciocínio, lógica e resolução de problemas) em comparação com a média de outras pessoas da mesma faixa etária.). O Efeito Flynn Tem esse nome em alusão ao psicólogo americano James Robert Flynn, que em 1982 o identificou e documentou, após analisar os manuais americanos para testes de QI e perceber que esses testes eram revisados a cada 25 anos ou mais. Observou-se que esse crescimento foi de aproximadamente 3 pontos por década ao longo do século XX. Isso ocorre porque os testes de inteligência são normalizados para uma pontuação de 100, o que significa que 100 é a pontuação média da população que o faz. Quando ele é revisado, ele é padronizado para uma pontuação de 100 novamente, para que o certo seja que eles estejam medindo corretamente emp novo grupo de examinados. Em outras palavras, James Flynn percebeu que se um americano médio fizesse o primeiro teste de QI ele faria 130 pontos, pontuação atribuída a pessoas geniais. Da mesma forma, se o teste atual fosse aplicado com um americano médio daquela época, sua pontuação seria de 70, literalmente um resultado esperado de deficientes intelectuais. Especialistas apontam que as novas gerações não necessariamente nascem com uma capacidade mental maior, mas sim que o ambiente se torna mais rico em estímulos. As principais causas incluem: Melhorias na educação: Maior acesso à escolaridade e anos de estudo mais longos.
Nutrição e saúde: Melhor desenvolvimento neurológico na infância graças à alimentação e vacinação.
Complexidade ambiental: Exposição a estímulos visuais, lógicos e tecnológicos mais complexos no dia a dia.
O "Efeito Flynn Reverso": Apesar da tendência de alta ao longo do século passado, dados e estudos recentes têm apontado uma desaceleração, estagnação ou até mesmo uma inversão (conhecida como Efeito Flynn Reverso) nas pontuações de QI em alguns países desenvolvidos.
Em seu livro "A Fábrica de Cretinos Digitais", o neurocientista francês Michel Desmurget alerta sobre os impactos negativos do uso recreativo de telas no desenvolvimento infantil. Baseado em dados científicos, o autor denuncia uma regressão sem precedentes no QI das novas gerações, apontando que o excesso de dispositivos prejudica a linguagem, a concentração e o aprendizado. O livro é um manifesto de saúde pública que desmistifica a ideia de que a tecnologia torna as crianças mais inteligentes. A obra foca em análises críticas e estruturadas que servem de alerta para pais e educadores. Principais Pontos Abordados: Declínio Cognitivo e Queda de QI: Pela primeira vez na história, estudos apontam que a nova geração tem um Quociente de Inteligência (QI) inferior ao de seus pais, revertendo a tendência histórica de aumento (Efeito Flynn). Impacto no Desenvolvimento: O uso excessivo compromete o desenvolvimento neural. Funções como linguagem, concentração, memória e raciocínio lógico são as mais afetadas. Carga Horária Exorbitante: O autor destaca que o tempo de exposição é astronômico. Jovens passam, em média, mais de 7 horas diárias diante de telas (smartphones, tablets, TV), o que representa uma carga horária equivalente a anos letivos inteiros perdidos. Dados gerais apontam que a população brasileira em geral gasta mais de 9 horas por dia no mundo digital, o que também reflete o comportamento dos mais jovens.
Diretrizes médicas: A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) orienta que para adolescentes (11 a 18 anos), o tempo de tela não deve passar de 3 horas por dia, sem uso durante as madrugadas. Para crianças de 6 a 10 anos, a recomendação cai para até 2 horas diárias. Problemas Associados: Além da cognição, o sedentarismo, os distúrbios do sono, a obesidade e o aumento da agressividade são consequências frequentes do vício digital. Conclusão e Repercussão: A obra causou grande impacto desde o seu lançamento devido à sua extensa bibliografia (quase 100 páginas de referências científicas). Desmurget não é contra a tecnologia em si, mas condena o seu uso recreativo e descontrolado por crianças, oferecendo um convite urgente para que as famílias repensem suas dinâmicas e o tempo de desconexão.
Diante dessa catástrofe cerebral, é óbvio que o resultado não poderia ser diferente, uma enxurrada de bobagens postada nas redes sociais, pessoas com vocabulário pobríssimo (nem precisa torcer o nariz, o superlativo do adjetivo está correto), comentários completamente fora de contexto, nenhum conhecimento de gramática, o assassinato da nossa língua a todo momento parece lugar-comum e agora risivelmente todos se acham intelectuais de plantão não bastando ser ignorante e burro, sentem necessidade de mostrar. Com isso fica cada vez mais evidente o efeito Dunning-Kruger, que é um viés cognitivo onde indivíduos com pouco conhecimento ou competência em uma área superestimam suas próprias habilidades. A principal causa é que a própria ignorância impede a pessoa de reconhecer as próprias falhas, levando a uma falsa sensação de domínio e excesso de confiança, isso induz aos comportamentos das pessoas para se prestar atenção e se preocupar, a educação é tão rara quanto a gentileza - se você acha bonito a frase ‘Gentileza gera gentileza”, então, por quê não? - Pequenos gestos que fazem toda diferença, mas não é assim, ninguém respeita mais nada, as leis, o próximo, os idosos, as pessoas com necessidades especiais. Os diálogos são cada vez mais rasos, a impaciência, a intolerância.

RETRATO DO BRASIL HOJE



População dividida, rachada, quebrada, antagonizada, inimiga, ou polarizada, como queiram.
População brigando com população defendendo a bandidagem e os pilantras.
Bandidagem e pilantras sendo processados e presos por corrupção e assaltos (ou as duas coisas) aos cofres públicos.
Bandidagem e pilantras sendo eleitos e reeleitos pela população mesmo assim .
População elegendo e reelegendo a bandidagem e os pilantras para roubar a população.
A bandidagem e os pilantras fazendo a festa com dinheiro da população.
E a população cada dia mais pobre.
População fazendo idiotices em favor dos pilantras e da bandidagem.
População fazendo protestos em favor da bandidagem e dos pilantras com as bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos (?) e de Israel (?).
População orando para pneus e evocando alienígenas em reverência à bandidagem e aos pilantras.
População dependurada em caminhão louvando a bandidagem e os pilantras.
População (homem-bomba) querendo explodir tudo pela bandidagem e os pilantras.
População sendo comandada pela bandidagem e os pilantras para destruir o país.
População (horda) de motoqueiros em procissões irresponsáveis com a bandidagem e os pilantras.
População enviando dinheiro (Pix) para a bandidagem e os pilantras.
População sem dinheiro para nada.
População sem eira, sem beira, nem tribeira.
População pagando generosos salários para os pilantras e a bandidagem passearem quando deveriam estar trabalhando para a população.
Os pilantras e a bandidagem passeando, assistindo à Copa em pleno horário de trabalho.
População trabalhando nos dias de jogos da Copa.
População (que trabalha 6x1, 7x0) apoiando a bandidagem e os pilantras (que não trabalham) na escala 6x1.
Bandidagem e pilantras rindo e zombando da cara da população. Enquanto isso a população continua defendendo a bandidagem e os pilantras.
População lambendo as botas da bandidagem e dos pilantras que lambem as botas da gringalhada.
População levando ferro da bandidagem e dos pilantras e rindo como hienas.
A população cada vez mais serviçal.
E a população cada dia mais burra.
Brasil, um país de todos, todos os pilantras e toda a bandidagem!

BRASIL É COM ‘S’






O idioma inglês é bem-vindo por aqui, consta nos currículos escolares, desde sempre usamos palavras, frases e expressões em inglês, sendo que algumas palavras já se adaptaram ao nosso vocabulário e outras até já foram ‘abrasileiradas’, o mundo todo faz isso. Faz sentido sendo o inglês uma língua universal. O problema é que de uns tempos para cá a coisa tomou proporções avassaladoras, assustadoras, estamos trocando várias palavras em quantidades industriais desnecessariamente, apenas por trocar, basta observarmos as mídias, os comerciais estão contaminadas com palavras em inglês e nos shoppings parece estarmos em um país estrangeiro e acatamos isso bovinamente, dá a impressão que estamos nutrindo um enorme ranço pelo nosso idioma e o inglês virou uma instituição nacional, mas isso já é uma grande burrice, pois a língua de uma nação é um de seus maiores tesouros e o patriota de verdade deveria defendê-lo a qualquer custo. Essa tendência está cada vez mais presente em nosso cotidiano. Na contramão dessa patifaria estamos estraçalhando a língua portuguesa. Pobre língua portuguesa! Enquanto esnobamos em um inglês sofrível e medíocre cometemos barbaridades desses naipes: menas pessoas, eu me alembro, é meio-dia e meio, há dois dias atrás, asterístico, casa germinada, passou desapercebido, fazem duas semanas, bateram o récord e mais uma enxurrada de absurdos que causam sangramentos nos ouvidos. Além da ortografia, nem será necessário citar aqui os demais erros grotescos de concordância e gramática que é alguma coisa catastrófica. Quando fazemos isso, esse estrangeirismo ridículo, acreditando que estamos levando algum tipo de vantagem, na verdade estamos colocando em risco nosso vocabulário.

Eu insisto em postar textos com esse tema devido à minha indignação e preocupação com essa atitude no mínimo estúpida. Somos brasileiros, devemos nos orgulhar em termos um idioma tão diversificado, tão rico.
Já estamos suficientemente colonizados, passou da hora de curarmos essa doença, esse complexo de vira-lata.
Vamos escrever Brasil com ‘S’.

terça-feira, 12 de maio de 2026

BLACK FRIDAY



Você sabe o que é?


É um dia depois do 'Dia de Ação de Graças' nos Estados Unidos, ou seja, celebra-se no dia seguinte à quarta quinta-feira do mês de novembro, uma tradição tipicamente americana (repare no mome que se lê assim: bléqui fruaidei).

Etimologia:

Há vestígios de que a denominação surgiu no início dos anos 1990 na Filadélfia (EUA), quando a polícia local chamava de Black Friday o dia seguinte ao feriado de Ação de Graças. Havia sempre muitas pessoas e congestionamentos enormes, já que a data abria o período de compras para o natal. O termo já foi associado com a crise financeira que atingiu os Estados Unidos em 1869.


Você deve estar se perguntando:

e no Brasil, o que nós temos a ver com isso?

Nada! Sequer sabemos o que é essa coisa de 'Ação de Graças', só vemos nos filmes americanos. Bem, mas por aqui, sabe como é, né, adoramos chupar tudo dos gringos, mesmo sem entender bulhufas, e isso é só um nome diferente, suntuoso e sem muito ou nenhum sentido pra nós, que na tradução literal significa 'sexta-feira negra', que é a época onde as lojas fazem 'promoções' com produtos ofertados pela metade do dobro do preço.        

Então tá, então.


Altair José

quinta-feira, 7 de maio de 2026

BRASIL NA UTI, CIDADES DOENTES

 

Senhoras e senhores, meninas e meninos, antes de abrirem suas bocarras e seus leques de ofensas, já aviso que para tudo nessa vida existem as exceções, portanto, nada aqui é generalizado. Se achar que está sendo massacrado e sentir que está doendo, só relaxa. Ou pare de ler.

Nosso Brasil não nasceu doente, mas assim ficou e assim está, respira por aparelhos, está na UTI, e fomos nós que fizemos isso. Somos algozes da nossa própria pátria. Meu irmão, cuidado! Agora mesmo tem uma turminha disposta a entregar de vez nossos verdes mares e nossas sublimes florestas aos aventureiros em uma bandeja de prata. 'Eles' estão lançando mão das nossas belezas. E aquela 'outra' turminha na conivência dessa vergonha.

Nesse caos implantado, as cidades padecem, especialmente aquelas cuja população se estagnou, onde a mediocridade fechou uma espécie de acordo indeterminado e eterno, as pessoas parecem não querer evoluir, não acompanham a modernidade. Apenas bailam em eventos de fumaça. Nessas cidades não existem o ‘Plano Diretor’ e se existem, estão mofando nas gavetas.

Aqui, irei discorrer sobre uma dessas cidades, um lugar qualquer, uma cidadezinha na mais desdenhosa referência, aleatoriamente descrita e que poderá ficar sob o luar escuro, o sol ardente e entre o mar,  a montanha e o deserto. Como ocorre na maioria das cidades do nosso rico, diluído e dissoluto Estado de São Paulo, nesse lugar o cabo de guerra  pende soberano para o lado ‘direito’.  Ali, naquela vila, a população é, na sua maioria, conservadora, de classe média baixa, aparentam ter posses, são seres soberbos, esnobes, não suportam ‘forasteiros’. Geralmente, nesses lugares, não contam com muitos ‘heróis’, tudo remete a um par de famílias, as homenagens póstumas que dão nomes às ruas, praças, prédios públicos e demais espaços não mudam muito. O comércio é pífio, sem variedades nem novidades, obrigando as pessoas a procurar outros centros nas proximidades, e, para piorar, os atendimentos são apáticos, de uma falta de educação e má vontade atrozes. O mesmo acontece com o serviço de saúde pública, - só para citar uma situação, temos nesses lugares muitos servidores públicos estaduais, e lá não é diferente, que dependem de convênios médicos, mas praticamente nenhum médico atende por esses convênios e a Santa Casa local, único hospital da cidade, longe disso, está fora de cogitação, parece ser intransponível para essa classe de pessoas. Essa situação calamitosa obriga uma parcela considerável da população a se tratar nas vizinhanças, colocando aquelas entidades em sérios riscos de um colapso na saúde. Vê-se com frequência veículos de prefeituras estacionados nas proximidades de hospitais de cidades onde oferecem atendimentos dignos. Uma vergonha indescritível para os administradores alheios às necessidades de seus cidadãos (lembram daquelas promessas lá na campanha?).Então, esqueçam!

O trânsito, como na maioria das cidades brasileiras, é o horror, esse vilarejo não poderia ficar de fora, seus motoristas parecem viver flutuando em cima de um plasma, estacionam errado ocupando várias vagas, na contramão e sobre as faixas de pedestres, as setas de seus veículos são meros acessórios, não respeitam os semáforos, nem os pedestres, mesmo que nas faixas, e aceleram perigosamente e sem necessidade uma vez que em rodovias trafegam como tartarugas atrapalhando o fluxo. Uma lástima. 

A cultura por ali vive sucateada, nem mesmo eventos gratuitos se vê grande número de pessoas. Os bares, estes sim, sempre lotados, mas raramente alternam suas atrações musicais, fixando apenas em um estilo musical único, aquele tal pavoroso sertanejo universitário. Nada contra, cada um com sua loucura ou sua insanidade. Tempos atrás, foi criado um espaço na tentativa de oferecer a um público voltado a outros estilos musicais, conversas sobre literatura, cinema, teatro e demais eventos culturais. Claro, não foi pra frente devido à resistência da comunidade. Mentes econômicas, restritas e engessadas, não querem saber de outras diversões que não sejam as suas. 

Pertencem a uma vertente política ultrapassada, não abrem mão disso, e nessa marra, só acreditam em si mesmos, o que é ‘diferente’ ou não compactuam com suas ideias e ideais, são hostilizados, ignorados ou barrados -  como aconteceu com uma pessoa, um cidadão comum, às vésperas da última eleição para presidente da república onde ela foi sumariamente proibida de entrar em uma loja da cidade por estar trajando uma camiseta estampando a foto de quem ela acreditava ser a melhor opção, era só uma coisinha chamada ‘democracia’ que muitos desconhecem ou não sabem o que significa. Aquela atitude asquerosa atropelou escandalosamente os direitos constitucionais de ir e vir e se expressar, caberia facilmente um processo, mas como se tratava de  um senhor bastante esclarecido e sensato, sabiamente deixou pra lá. 

Se sua cidade se parece com essa aí, não fique bravo ou brava, é só um pouquinho de história, umas verdades contemporâneas, não é legal de se ouvir nem fácil de engolir, mas você se acostumará. Quem sabe assim num dia desses comece a perceber que você e também sua cidade podem evoluir e você passe a regar com mais atenção, dedicação e amor a sua grama, daí você nem precisará mais ficar babando por lugares aos quais você visita em suas viagens. 

Ainda não está na hora de desligar os aparelhos.


Altair José

PUSERAM ÁCIDO NO MEU LEITE

                               ******************************** crônicas  bub ônicas   napoleônicas mazelas sequelas magrelas   rimas   pr...