O tal falácio e notório mitológico dirigente postiço: colocando o país no limbo e, pelas ventas, rindo-se;
Os órgãos governamentais:
desorientados e desencontrados e desencontrados nos desorientando;
Alguns assuntos da corte: algo fora de
foco;
Os outros assuntos da corte: todos
ignorados;
Todos os assuntos da corte: totalmente
desajustados ou adiados;
Lei Orçamentária Anual (LOA): Vencida e
nem recibo tem, a eternidade é curta (lembrando que assim a
responsabilidade será fiscal);
Os institutos: cortados, abandonados,
sucateados e ainda assim trabalhando brilhantemente por conta;
Os profissionais importantes: sendo
enxotados só por birra do chefe (a conta vem aí);
As fantasias militares: desfilando nas
passarelas do planalto da moda;
Os comandantes: procurando o que fazer,
mas não encontram;
As milícias, os escritórios do crime e
as organizações criminosas: são as lojas de departamentos essencialmente
abertas;
A preservação: no revés é a
festa da ignorância na destruição generalizada;
Leis Supremas: licença para matar,
viramos cenário para faroeste do bang-bang-bang;
Leis Supremas, armas: vendem-se no
empório da esquina e similares;
O Salvo-conduto: mais que estranho e
parecendo ficção com as porteiras dos cárceres infernais sendo escancaradas na
premiação macabra com passaporte só de ida;
Rankings: Últimos lugares em educação, saneamento,
disciplina, saúde, segurança, trânsito, preservação, respeito;
Rankings: 1º lugares na contaminação e mortes na
pandemia, mortes fora da pandemia, mortes por desnutrição, mortes por
assassinatos, mortes por genocídio, mortes por feminicídio, mortes por
homicídio, mortes por latrocínio, mortes por espera, mortes por nada, mortes
por mortes;
ATENÇÃO PARA A CHAMADA:
Presidente: - Taokey!
Vice-presidente?: - Opa! Sou gaúcho, sou Flamengo, mas não tenho uma nega chamada Tereza; sou teimoso e sou um menino com uma mentalidade mediana; zarpei;
Presidente dos deputados?: - Nomeado no
toma-lá-dá-cá, saindo-se bem na foto;
Presidente dos senadores?: - Na réplica
e na tréplica igual ao seu parceiro aí de cima;
Ministro da Economia: Hello, boy? Ainda não
chegou de Chicago;
Ministro da justiça?: - Camuflado,
câmbio final;
Ministro do Meio ambiente? - Aqui,
tocando o berrante, passa boi, passa boiada, já foi com o estouro;
Ministro das Relações Exteriores:
Peraí, cortando mais algumas relações;
Ministro da Ciência, Tecnologia e
Inovações: Lá no mundo da Lua;
Ministro da saúde? - Presente! Presente(?) Na coadjuvância e com diagnóstico da inocuidade;
Ministro da educação? Ministro da
educação?? Ministro da educação???
- Aqui, no dízimo, dizimando a
educação, mas já foram comigo.
AS MEDIDAS PROTOCOLARES, SEGURAS,
SANITÁRIAS E CAUTELARES, E, SENSATAS:
As aulas?: Pode! Não pode! Agora
pode! Não pode mais, mas estamos ‘estudando’;
As academias?: Não pode, mas pode!
Abriu! Fechou! Abriu! Fechou! Abriu meia-porta e fechou de novo, mas dizem que
abrirá;
Vamos a la playa?: Não pode! Não pode?
Acho que pode sim;
‘Bora tomar uma no boteco?: Nem pensar,
mas vamos ver, faz de conta que é restaurante, daí pode;
Aglomerar?: Não, mas sim;
E votar?: Aí pode sim, né.
Algumas gentes: caminhando e cantando
na idiotice costumeira;
Outras gentes: incrivelmente
esclarecidas coniventes com os burburinhos dos estranhos rumos, muito mais que
igual do mesmo na mesma de novo.
No resumo da cartilha (:): a Nau ficou
sem rumo; 2018: o ano que ninguém entendeu; 2019: o ano que quase não existiu;
2020: o ano em que viramos suco; na reprise empurramos para 2021; que 2022 nos
proteja da somatória desastrosa dos quatro, pois o que virá não se sabe,
mas dá pra desenhar e não deverá ser nada bonito.
:Um abraço pra quem fica, a teoria do
eterno retorno do Nietzsche se profetizando por aqui e tomara que não fiquemos
no e ao ‘Deus-dará’.
Altair José

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