Ainda teima
uma fulanada meio bicuda por aí e é uma manada considerável, o número que
agora carregam como bandeira é expressivo, alguns milhões, mas para ler e
lembrar que quantidade não é critério de qualidade (nunca foi), remete a uma
revoada de gafanhotos famintos, com argumentos pífios, eles insistem defender
essa cambada que brincou de governar o país agora há pouco, os tais barões da
sabedoria salvadora que aqui se instalaram e permaneceram por quase mil e
quinhentos dias na mais pura perversidade como bem lembrou a magistrada que no
cunho do senhor Carnelutti é a consciência de perverter, ou seja, o tal capitão
sabe que não tem razão, mas age como se a tivesse, foram as mil e uma
noites de ponta cabeça ou a versão terror das fantasias das arábias,
estão acostumados com esse tipo de orgia palaciana, não se importam com nada,
pois têm como semideus um sujeito que já é veterano na arte
do ócio e que nos presenteou com um legado medonho e um rastro inacreditável, nos ditos populares ‘quem rouba um tostão é ladrão e aquele que
rouba um milhão é barão’. Na covardia plena quando na penumbra escapou pelos
fundos e no triunfal retorno foi enxotado da cena com o dobro de seu indolente
ciclo e que ainda assim com o facão no pescoço continua de mãos dadas com sua
prole cega, surda e contaminada misturado a seus asseclas mal-intencionados de
pastas vazias que cagam na cabeça de todo mundo pregando utopias descabidas de
um país das maravilhas onde acreditam que a economia, que foi destroçada
ao seu comando sob as baquetas daquele outro autointitulado gênio, o boy que
veio lá de Chicago e que já foi-se e se deleita nas mazelas dos offshores,
decolou com voos rasantes como os galiformes fantasticamente alados e de quebra
arrastaram com eles um bando alucinado com intenções estranhas igualmente
tenebrosos berrando pelas ventas “Deus, pátria e família”, aquele lema
integralista/fascista que ‘eles’ nem sonham o que significa de fato (há os
livros, abram-nos), assim como pregam que o país está infestado de comunistas,
essas pessoas que são conhecidas como ‘gente-gado’ que acreditávamos
vaporizadas e que surgem como as pragas e incrivelmente acreditam nessa corja e
fazem piadinhas sem nenhuma graça, ofendem pessoas de bem e postam enxurradas
de idiotices e perigosas inverdades nas redes virtuais sempre traçando
paralelos com gestões dantes e depois da sua trágica epopeia onde se
vê claramente um despeito (ganha-se, perde-se, oh pá!) e se esquecem que
essa equipe que passeou por aqui não trabalha, nunca trabalhou e
é certo que jamais trabalhará, nem sou eu quem está atestando, são eles
que se expõem, pois seus membros parecem sofrer de ergofobia crônica, são os
mandriões descarados, levam a vida na mais sublime devassidão política
passeando pelas milícias digitais ou não no que empurraram nosso país para o
caos das lamas, um buraco sem fim e tiveram como única meta a reeleição
para mais um quadriênio e assim continuarem passeando de motocicletas muito
além de seu escritório de despachos disseminando ódio e proclamando suas
patifarias transformaram todos em uma alcateia de hienas perdidas que devoram
as próprias fezes e riem da desgraça germinada e nem sabem o tamanho do
desastre que acometeram, parece tudo estar bem, visto que não prorrogaram seu
ídolo, mas de quebra todos os seus comparsas para mais um mandato, gente da
mais baixa estirpe, mas tanto faz, não se intimidam com isso, não raro foram e
ainda são canalhamente financiados por seus próprios eleitos e simpatizantes
para se amontoarem em manifestações ridículas e horripilantes país afora
atropelando todos os protocolos de segurança e sanitários (vide pandemia)
destruindo a democracia, debochando da Constituição e provocando todo mundo que
não compartilha com suas badernas culminando com episódios pavorosos tal qual o
funesto ‘8 de janeiro’ na inconformação da derrota no fechamento de uma gestão
tenebrosa.
Nesse
levante, nos faz crer que para ‘eles’ não haverá um amanhã, não haverá fome,
desempregados, inflação para eles não existe, e todo tipo de desgraça, parecem
habitar um mundo paralelo em função daquele inacreditável desgoverno com a
impressão de que encontraram assim a galinha dos ovos de ouro, são os exemplos
dos políticos incorruptíveis, aliás, estão certos que a corrupção foi inventada
tempos atrás e que eles estão vacinados contra ela, não estavam aqui, quando
chegaram já estava assim, nada do que acontece parece ser culpa deles, se
mostram isentos de qualquer besteira acometida, são umas joias (assim mesmo com
trocadilho e tudo), colocaram no pedestal um tal mito que agora finalmente teve
sua blindagem estuprada: ‘Nada é tão ruim que não possa piorar’, proclamou, em
um surto murphiano (sem saber, claro), o profeta do inferno que está torcendo
para o mundo acabar para festejar
No passado,
orgulhosamente, tivemos o “Águia de Haia’, agora, teremos, vergonhosamente, um
‘rato em Haia”. Líquidos tempos.
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